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Apesar da tanto o consumo quanto a produção de cannabis serem proibidos em terras brasileiras, existe ainda uma gama de mercados de produtos ligados a este seguimento, e em plena expansão no país. Desde produtos para o consumo da erva, bem como para o plantio podem ser encontrados facilmente na internet, nas prateleiras das tabacarias e growshops, e (principalmente) nas bancas de jornais.

Principais seguimentos:

Cultivo: apesar da maconha em si ser proibida, as growshops (lojas especializadas em produtos para o cultivo da erva) estão se espalhando pelo país. E comercializando produtos 100% nacionais. Várias empresas nacionais têm produzido vasos, sistemas hidropônicos, boxes de estufa, fertilizantes e substratos para plantio. Tudo na legalidade, pagando impostos e gerando vagas no mercado de trabalho.

Growshops têm movimentado um mercado lucrativo no país, com produtos nacionais (Reprodução / Internet)
Growshops têm movimentado um mercado lucrativo no país, com produtos nacionais (Reprodução / Internet)

Consumo: A mesma realidade do cultivo se aplica ao consumo. Embora seja proibido pela nossa Constituição, uma infinidade de produtos para consumir maconha são vendidos livremente em vários tipos de estabelecimento. Na lista de apetrechos estão papéis para enrolar (sedas), cachimbos (pipes), bongs, narquilês, vaporizadores, etc. Melhor: muitos produtos nacionais tem ganhado renome no mercado internacional, como é o caso da Leda, primeira empresa a utilizar somente a resina da celulose na produção de papéis para “apertar um”.

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aLeda, sucesso mundial Made in Brazil (Reprodução / Internet)

 

Mercado de bongs e pipes não sofre restrições no país (Reprodução / Internet)
Mercado de bongs e pipes não sofre restrições no país (Reprodução / Internet)

 

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